Hoje lembrei-me que um dia um professor meu me disse “Pandora, deixe de ser tão Virginia Woolf!”
…e até hoje acredito, sem sombra de dúvidas, que foi um elogio…
Hoje lembrei-me que um dia um professor meu me disse “Pandora, deixe de ser tão Virginia Woolf!”
…e até hoje acredito, sem sombra de dúvidas, que foi um elogio…
Uma pergunta tão simples e que muitos de nós deixámos lá bem atrás, na tal idade. Porque é que penso assim? Porque é que isto não está a resultar? Porquê? Porque questionarmo-nos é difícil, dá trabalho, mói a cabeça, faz rugas na testa e não é nada prático. E depois é uma chatice quando os porquês invariavelmente nos levam a mudanças. Dá ainda mais trabalho. Caminhamos sozinhos. Mas vá lá, deixem-me bater o pé e continuar com os meus porquês. Só porque sim.
…
All through the rising sun
All through the circling years
You were the only one
Who could have brought me here
And I draw a line
To your heart today
To your heart from mine
A line to keep us safe
…
Hoje apercebi-me que só soube de cor as falas de dois filmes em toda a minha vida: Annie (orfã ruiva de cabelo encaracolado que afinal não é orfã, é rica e canta por tudo e por nada) e o Batman do Tim Burton (e do Jack Nicholson). Porquê estes dois? Não sei, corriam os anos 80…talvez este fosse apenas o inicio da minha esquizofrenia cultural.